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Surreal McCoy

Reino Unido

Big Rory & Ochie the Dog

Lgo. do Chiado R. Garrett
7 de Maio às 19h
8 de Maio às 13h e às 18h

Museu da Marioneta
7 de Maio às 21h30 e 23h

Extensão
Teatro Viriato
Ruas da cidade de Viseu

9 de Maio às 11h, 15h30 e 17h

AUTORIA E PERFORMERS Mike Rowan e Kristen Rowan
PÚBLICO-ALVO Para todos


Big Rory, um gigante escocês com quase três metros de altura e que toca gaita-de-foles, passeia com o seu muito amado cão, Ochie, um rafeiro caprichoso, muito maroto... Ninguém consegue ficar indiferente à sua passagem e tudo pode acontecer... A confusão instala-se, Ochie faz xixi nos candeeiros e sabe-se lá que mais, com o Big Rory numa perseguição nervosa tentando conter o caos...

Um espectáculo deambulatório onde (de certeza absoluta!) todos irão rir às gargalhadas... A não perder!

Mike Rowan, ou Big Rory, é muito provavelmente um dos melhores gigantes com andas. Actua há mais de 30 anos e é um dos mais experientes artistas nesta área. Com um número invejável de actuações, tem divertido milhões por seis continentes, trinta e cinco países e mais de cem cidades... Em Abril de 1988 tornou-se na primeira pessoa a esquiar com andas, sendo também o primeiro a andar de andas sobre andas. Ao criar o protótipo Stiltz, as andas mais seguras alguma vez construídas, ganhou o John Logie Baird Award para "The most innovative product from an entrepreneur”.

"Não acreditem numa palavra que tenham ouvido sobre Big Rory e a sua equipa – eles são muito melhores! A apresentação mais profissional, hilariante e maravilhosa que já alguma vez tivemos. Adorados por todos, paralisaram a cidade...". - Greystones Festival, Eire.
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Cie Jamais 203

França

Le Cinérotic

Museu da Marioneta
7 de Maio às 23h
8 e 9 de Maio às 21h e 23h

Várias sessões


IDEIA ORIGINAL, ENCENAÇÃO, CENOGRAFIA E PERFORMER Didier Grignon ou “Roger”
CONCEPÇÃO DAS MÁQUINAS, ICONOGRAFIA, PERFORMER/TÉCNICO Eric Heilmann ou “Gars Jean”
MONTAGEM DE FILMES E CRIAÇÕES SONORAS Paul Peterson ou “Brian”
TÉCNICA Imagens, mecânica e objectos
PÚBLICO-ALVO M/16
DURAÇÃO 4 minutos por sessão
IDIOMA Francês, inglês, italiano
Uma criação da Cie Jamais 2 sans 3
em co-produção com Super 8 & Cie


Cinema erótico e humor mecânico para… um espectador e… uma fila de impacientes!
Acção, humor e sensualidade! O cineasta Roger Toulemonde e a paixão do cinema erótico à semelhança das atracções de feira dos pioneiros do cinematógrafo...



A Cie Jamais 203 proporciona uma viagem sensual com o “Le Cinérotic”, uma invenção composta por três cabinas de projecção individuais para espectadores amantes de... bicicletas! O cineasta Roger Toulemonde, depois de ter visto “À Bout de Souffle” e se ter identificado com Godard, Belmondo, Tati, Hitchcock e James Bond, ataca à sua maneira e convida a todos no FIMFA para um novo género cinematográfico: o cinema erótico. Humor mecânico, filmes vintage Super 8 e as pernas dos espectadores num divertimento sensual e muito pedalado!

A não perder!
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Compañía Periplo

Espanha

TitiriBeatles

Lgo. do Chiado R. Garrett
14 a 16 de Maio às 19h

Teatro Maria Matos
14 a 16 de Maio às 23h


CONCEPÇÃO, CONSTRUÇÃO DE MARIONETAS E ACTORES-MANIPULADORES Diana Romero e Andrés Maturana
TÉCNICA Marionetas de fios
PÚBLICO-ALVO Para todos
IDIOMA Sem palavras


Um concerto dos Beatles, com marionetas de fios, da primeira fase do grupo, a Beatlemania mas... com alguns convidados muito especiais, que vão de certeza reconhecer!
A não perder o regresso de John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison!
Tardes especiais em Lisboa... Noites loucas e sempre diferentes no Teatro Maria Matos...



Andrés Maturana nasceu em Valparaíso, Chile, em 1976. Diana Romero nasceu em Madrid, Espanha, em 1976. Andrés estudava Belas-Artes e Diana trabalhava como fotojornalista quando, por diferentes motivos, cada um se cruzou com o mundo das marionetas. Ambos aprenderam de forma autodidacta até que em 2003 se conheceram e juntos decidiram ser marionetistas profissionais. Assim nasceu Periplo, uma companhia que viaja, como indica o seu nome, pela Europa e pela América, desenvolvendo o teatro de rua.
A companhia Periplo de marionetas de fios é especialista em espectáculos musicais, caracterizando-se pelo realismo das suas marionetas, que tentam que sejam o mais humanas possível, dentro do mundo irreal das marionetas. Investigam o mundo das marionetas de fios, de látex e de vara, o desenvolvimento do comando horizontal para conseguir que um marionetista consiga manipular duas marionetas com total independência.

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Theater Passt

Alemanha

Malzeit ou Bom Apetite

Teatro Maria Matos - Camarim
14 a 16 de Maio às 21h30 e 23h


CONCEITO E ENCENAÇÃO Gert Engel
PINTURA Silke Kruse
TÉCNICA Pintura em directo
PÚBLICO-ALVO M/12
DURAÇÃO 8 minutos por sessão
IDIOMA Sem palavras
Lotação limitada – um espectador por cada sessão
Várias sessões


Para a mesa!
Um festim para os vossos olhos num local privado. Alguns segundos depois a cortina abre-se para um tête-à-tête entre ponto e pupila, entre pálpebra e linha.
Uma mútua surpresa, um pequeno aperitivo, uma ceia intermédia, uma sobremesa, no menu de um festival.
“Os olhos são o espelho da alma”. Quem disse isto?

Teatro visual e pintura ao vivo em miniatura, pela pintora e ilustradora Silke Kruse e pelo cicerone especial, Gert Engel.

Silke Kruse estudou na Hochschule der Künste Berlin com Guenter Scherbarth e Heinz Weisbrich. Vive em Berlim, onde, para além de teatro de sombras, pinta, faz ilustração e escreve. Gert Engel também é artista plástico e ilustrador, trabalham juntos desde 2000. A sua primeira criação foi “Frau Welt –Madame Monde”, um espectáculo lírico de sombras para adultos, sobre o nascimento e a morte do mundo. Seguiu-se o espectáculo para crianças “A menina com a saia de pedra”, que foi apresentado no FIMFA Lx6. Desde 2005 que trabalham juntos sob a designação de Theatre Passt, ano também da criação de um outro espectáculo para crianças “Die Drei Schulle – Les trois Chaussures”, seguindo-se outras criações. O Theater Passt, no seu trabalho cénico, investiga as relações entre pintura, texto, objectos e sonoridades, sempre com um ambiente muito especial.
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Cie À

França

La Chambre 26



CAMa – Centro de Artes da Marioneta
21 a 23 de Maio às 21h e 23h


ENCENAÇÃO E INTERPRETAÇÃO Dorothée Saysombat
TÉCNICO, ACOLHIMENTO DO PÚBLICO E CUMPLICIDADE Nicolas Alline
TÉCNICA Teatro de objectos
PÚBLICO-ALVO M/12
DURAÇÃO 25 minutos
IDIOMA Sem palavras
Lotação limitada - 25 espectadores


Solo de teatro de objectos e de postais.

Um espectáculo insólito e comovente em forma de “pequenos ensaios absurdos e tentativas breves de contar algumas coisas”...

Alguns postais coleccionados, guardados dentro de uma caixa com as suas histórias e palavras, paisagens e músicas... Abrir um dia a caixa e deixar escapar as notas destes fragmentos de memórias, para não as esquecer no fundo de uma gaveta. Uma personagem cómica e comovente que, ao som de música kitsch, nos oferece pequenos trechos da sua vida para saborearmos... Um espectáculo minimalista, inventivo, intimista, intrigante, cómico e gracioso. Uma pequena jóia!

A Compagnie “à” foi criada em Dezembro de 2003 por Dorothée Saysombat. Nasceu da vontade de explorar as formas de escrita vivas, através da relação entre actor e objecto manipulado, através da relação com o público, com o som e o espaço. Estas orientações conferem-lhe uma predilecção pelo teatro de objectos, o clown, a marioneta, o cinema e as propostas artísticas de pequenas formas, privilegiando uma relação intimista e preciosa com o público. Dorothée Saysombat, após a sua formação na École du Samouvar, colaborou como actriz e manipuladora de objectos e de marionetas com diferentes grupos, destacando-se a companhia Turak, de 2001 a 2005. Paralelamente trabalha em cinema, realizou “Pás-de-portes à Roubaix”, em 2003, e como artista plástica, em cinema de animação e em instalações urbanas.
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Cie Planet Pas Net

França

Les Mamas

R. Augusta
28 e 29 de Maio às 19h

Rossio

28 e 29 de Maio às 21h

Centro Cultural de Belém

31 de Maio às 17h


Extensão
Teatro Aveirense
Ruas da cidade de Aveiro

30 de Maio às 15h e 17h


Les Mamas desembarcaram!... Estas gigantes africanas acabaram de chegar com as suas crianças às costas.
São marionetas que circulam cheias de elegância e graça, para vos oferecer um olhar cheio de doçura sobre o mundo, um momento mágico, ternurento e poético. Venham ao seu encontro!

Na fronteira dos espectáculos de andas e de marionetas, estas africanas de 3,50m, com os seus bebés, bijutarias e fatos coloridos, convidam-nos à descoberta e a um encontro muito especial na nossa cidade.

A Cie Planet Pas Net propõe um universo cheio de humor, um visual singular e construções insólitas. Foi fundada em 1998 e reúne artistas de diversas áreas (actores, artistas plásticos, artistas de circo, etc.).
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Clair de Lune Théatre

Bélgica

Le Cyclo Théâtre

Teatro Nacional D. Maria II Foyer
28 a 30 de Maio às 20h30 e 23h


ENCENAÇÃO Elise Dethier
MÚSICA Rossini
ACTOR-MANIPULADOR Paulo Ferreira
CENÁRIOS, MARIONETAS DE SOMBRAS E CONSTRUÇÕES Paulo Ferreira, Miguel Borges e Alfredo Boniquet
TÉCNICA Teatro de Sombras
PÚBLICO-ALVO Para todos
DURAÇÃO 5 minutos
IDIOMA Sem palavras
Várias sessões - lotação limitada a sete espectadores por sessão


Uma viagem surrealista de alguns minutos pela cenografia sumptuosa de um grande teatro...

A companhia do português Paulo Ferreira, Clair de Lune Théâtre, sediada na Bélgica, convida-nos de uma forma inesperada e original a vermos as suas histórias no Cyclo Théâtre, um teatro de sombras móvel, fácil de transportar, “teatro de bolso”... um mundo em pequena escala, à maneira de um teatro de papel, onde a miniatura rima com poesia.

Um castelet concebido para nele serem apresentadas pequenas histórias, sem palavras, para sete espectadores de cada vez, onde a música tem um papel fundamental, inspirador e narrativo. Histórias que funcionam como um sketch, sintéticas, que têm a duração de alguns minutos, belos e cheios de humor.

Venham passear num teatro de sombras sobre... rodas!

Programa
“La Boutique Fantasque” – Num grande teatro, um mágico lança-se numa viagem de transformações e acredita que tudo pode controlar, mas a sua assistente não acha muita graça ao seu ar pomposo e a partir daqui tudo pode acontecer...
"Faux Semblantes" – A história do Capuchinho Vermelho que dá mais do que uma volta na sua pequena cesta. Uma versão muito desconjuntada do célebre clássico.



Paulo Ferreira vive em Bruxelas há vários anos, onde estudou Banda Desenhada e técnica de Clown. A sua profunda admiração por Lotte Reiniger, a célebre realizadora alemã de cinema de animação com silhuetas, e a sua paixão por marionetas estão na origem do seu desejo de fazer teatro de sombras. Encorajado pelos resultados das suas primeiras experiências nos espectáculos “La Vie de Guesar de Ling” (França, 1984) e “Le Rossignol et l’Empereur” (Bélgica, 1987), concretiza o seu sonho e cria a companhia Clair de Lune Théâtre em 1990, com a colaboração de Paula Santos, Alfredo Boniquet e Jesus Alvarez. Juntos criam os espectáculos "Danses", "Le Cirque est arrivé" e "Dride et le Joyau Magique". Actualmente Paulo Ferreira trabalha com Elise Dethier, jovem cenógrafa e encenadora que se juntou à companhia em 2007. Juntos montaram "Le Cyclo Théâtre". Um novo espectáculo está neste momento em criação. Desde a sua criação que Clair de Lune privilegia o teatro de sombras sem palavras, acessível a todos os públicos, onde a música desempenha um papel importante. Poesia e humor burlesco são os seus guias, sempre com um olhar crítico sobre as questões que atravessam a nossa época.

"Uma jóia do teatro de sombras. Paulo Ferreira, como mestre-de-cerimónias vestido a rigor, instala o seu pequeno mundo com elegância e astúcia... Uma viagem musical cheia de humor num teatro quase verdadeiro e realista, com espectadores, orquestra, cenografia e música de Rossini para agradar aos nossos ouvidos. Não diremos mais... o Cyclo-Théâtre oferece uma alegre viagem pela nostalgia e faz mais ainda ao revelar esta arte um pouco esquecida...” - Muriel Hublet, Le Plaisir d’offrir


"Sete espectadores de cada vez, num teatro de bolso modelado e dourado como um antigo teatro: um momento com sombras surpreendentes...” - Francoise Lison, Le Courrier de l’Escaut
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Caroline Bergeron

Bélgica

A Criatura

CAMa –Centro de Artes da Marioneta
29 e 30 de Maio às 21h e 23h

IDEIA, ENCENAÇÃO, CONSTRUÇÃO E MANIPULAÇÃO Caroline Bergeron
TÉCNICA Mista
PÚBLICO-ALVO M/12
DURAÇÃO Aprox. 15 min.
IDIOMA Sem palavras
Várias sessões
Lotação limitada: um espectador p/ sessão


Ela está ao fundo do corredor, numa casa de banho com paredes despedaçadas, como uma imagem de Bilal.
Ela toma banho no lavatório, é o seu domínio...
Ela é grande como um braço, doce como uma mulher.
Pode ser que tenha a sorte de a visitar numa audiência privada...
Ela recebe nos seus aposentos... Ela é uma Rainha.
O que é que Ela vos dará?
O que é que você lhe dará?
O pequeno momento que partilhará com Ela será único e permanecerá secreto...

... “Créature”... Desde o início que é distinta. Especial... Pode provocar gargalhadas, ou não, mas de certeza que arranca sempre um sorriso de cumplicidade, ternura, rubor ou inquietude. O seu anúncio já é atractivo: “Espectáculo para um espectador”... Revelar o que acontece no seu interior é privar futuros espectadores do direito de se surpreenderem, de procurarem as suas próprias percepções, de expressarem a sua sensibilidade no frente-a-frente com a actriz belga. “Créature” fala de segredos pessoais, quem sabe inconfessáveis, pelo que é inútil tentar aqui descrevê-los. Assim, cada pessoa que entra, sai com o seu segredo guardado em algum lugar da memória, único, intransferível até ao final dos seus dias. No final também fica um odor... O seu interior, surrealista, onírico, silencioso, está habitado por um ser estranho, inesperado, mudo... Entrar no território da Criatura implica formular uma série de questões, o que fazer, porque não o fazer, como, qual será a reacção. O espectador pode deixar-se levar pela intuição, ou não, ou pelo desejo... Pensar na ternura ou no erotismo... Tudo para acabar seduzido ou seduzida por esta estranha obra em que ninguém actua, ainda que queira. - Maria Fabra, El País

Caroline Bergeron, “fabricante de espectáculos e portuguesa principiante”, foi co-directora artística do Tof Théâtre durante dez anos e directora da companhia “Le Luxe” durante três anos. Trabalhou algumas vezes com Madalena Victorino no Centro Cultural de Belém, nomeadamente no âmbito do espectáculo “Duelo” que foi co-produzido pela mesma instituição. Desenvolveu diversos projectos, como “Le Petit Bazar Erotic”, para o qual criou “A Criatura”, que se revelou “uma experiência emocional, uma terapia, em certos casos. Fiquei transtornada pela experiência, e resolvi pesquisar nesta direcção”. Participou também no Festival Percursos e começou a desenvolver e a escrever o projecto “Sereias”, uma civilização de sereias tão perfeita que as sereias estavam à morrer de tédio… “Um projecto que me fez perceber, pela minha necessidade de inventar uma civilização, que eu não estava nada satisfeita com a nossa… E que me levou a reflectir sobre o meu papel como artista…”. Começou este ano a “inventar um espectáculo-experiência: chama-se “Olha para ti”. Um espectáculo engraçado e terno sobre a vida antes do nascimento. Como podem ver, já estou a tentar apanhar o mundo pelas raízes… Para concluir… Ouvi um colega meu dizer que no teatro gostava de ser tratado como as crianças são tratadas (em princípio) pelo pediatra: devagar e com respeito. Afinal é isso que quero fazer: cuidar de um público de todas as idades com todo o respeito, a delicadeza e a sensibilidade que se devem às crianças”.
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Les Ateliers Denino

França

Le Grand Théâtre Mécanique des Ateliers Denino

Centro Cultural de Belém
29 de Maio às 15h, 16h, 17h, 18h e 19h

30 de Maio às 12h, 13h, 15h, 16h, 17h, 18h e 19h

31 de Maio às 12h, 13h, 15h, 16h, 17h30, 18h30 e 19h30


AUTORIA, ENCENAÇÃO E MÚSICA Alain Richet
ACTORES-MANIPULADORES Alain Richet e Bettina Vielhaber
PÚBLICO-ALVO Para todos
Várias sessões - lotação limitada a 10 pessoas em cada sessão


Foi em 1900 que nasceu a mais bela preciosidade dos Ateliers Denino. Um verdadeiro teatro à Italiana, em miniatura, com 700 lugares, público, espectáculo e um lustre de 1200 peças, todas de cristal. A sala está cheia, mas ainda restam 10 lugares em cada sessão - no galinheiro.

Um teatro com os arrumadores, os espectadores que chegam tarde, os técnicos a trabalhar, os entretenimentos, o pano de boca, os actores que são pouco maiores do que pulgas e os aplausos.
Minhas senhoras e meus senhores, o último herdeiro dos Ateliers Denino tem o imenso prazer de vos anunciar que o seu Teatro Mecânico está de volta!
Venham deslumbrar os vossos olhos num mundo maravilhoso em miniatura e cheio de poesia, pois é único, Le Grand Théâtre Mécanique Denino!

“Criado em 1900 pelo Atelier Denino, o Teatro Mecânico foi apresentado na Exposição Universal de Paris. Posteriormente esta atracção de feira caiu no esquecimento, até acabar num celeiro, cheio de pó. O teatro pertencia ao meu avô. Eu conhecia a sua existência e decidi restaurá-lo, conta Alain Richet. Quatro anos de trabalho à noite, em que criou centenas de personagens, o lustre em miniatura de cristal, com 1200 peças... sem contar com a iluminação e os efeitos sonoros... No seu interior tudo pode ser animado... e, é claro, os actores liliputianos, que representam no seu pequeno palco... No início as pessoas estão cépticas, mas quando abrem as pequenas portas dos camarotes e vêm a sala ficam perplexos...” - Emmanuel Coubert, Sud Ouest
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